DICAS DE PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
- Evite caminhar descalço em áreas de matas ou plantações. Utilize, preferencialmente, calça e botas de cano longo ou bota com perneira (que protejam até o joelho). Antes de vestir qualquer calçado, batê-lo ao chão, com a boca virada para baixo, para prevenir picadas de animais peçonhentos. Em balneários, evitar andar descalço, especialmente se tiver algum tipo de ferimento no pé.
- Não coloque a mão em buracos, cuidado ao sentar em pedras e, acima de tudo, não manipule esses animais, por mais inofensivos que eles pareçam.
- Examine cuidadosamente os locais onde for se apoiar (por exemplo, árvores, rochas etc.) durante a realização de trilhas ou caminhadas ecológicas.
- Visite um médico antes da viagem: se o destino da viagem é o exterior, se informe sobre a situação sanitária do país de destino e cheque se será necessário tomar uma vacina contra alguma doença particular.
ECOTURISMO – TURISMO RURAL – TURISMO SOL E PRAIA
TURISMO NÁUTICO
Cuidados e prevenção de DOENÇAS TRANSMITIDAS
POR VETORES
No Brasil, um número elevado de infecções e doenças, como a malária, a febre amarela, a doença de chagas e a dengue, são transmitido por insetos e outros vetores em alguns destinos turísticos. Dessa forma, para preservar a sua saúde, cada viagem demanda cuidados específicos, conforme as recomendações a seguir:
• Ecoturismo
• Turismo Rural
• Turismo de Sol e Praia
• Ecoturismo
• Turismo Rural
• Turismo de Sol e Praia
Riscos
Febre amarela e outras arboviroses transmitidas por mosquitos, hantavirose, esquistossomose, raiva, febre maculosa, animais peçonhentos, leishmaniose, encefalite, doença de Chagas, acidentes (causas externas), malária, doenças cardiovasculares, diabetes, gripe, dengue, histoplasmose e doenças transmitidas pela água e por alimentos.
Febre amarela e outras arboviroses transmitidas por mosquitos, hantavirose, esquistossomose, raiva, febre maculosa, animais peçonhentos, leishmaniose, encefalite, doença de Chagas, acidentes (causas externas), malária, doenças cardiovasculares, diabetes, gripe, dengue, histoplasmose e doenças transmitidas pela água e por alimentos.
Informações importantes
Informe-se sobre a prevalência de doenças na região a ser visitada, com a Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde. Se houver recomendação de vacina contra a febre amarela, o turista deve se vacinar pelo menos 10 dias antes da partida. Para mais informações, acesse o website: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29491&janela=1
Antes de organizar pacotes de ecoturismo e de prática de esportes aquáticos, informe-se nas Secretarias Municipais de Saúde sobre a existência de coleções de águas – rios, lagoas, açudes etc – que apresentem risco de transmissão de esquistossomose. A recomendação é especialmente válida para locais de água parada ou rios com pouca correnteza. Antes de entrar nessas coleções de águas, o turista deve observar se existem caramujos que, se infectados, podem transmitir a esquistossomose.
Informar-se sobre a ocorrência de registro recente de surto de meningite na região a ser visitada.
Em caso de turismo em cavernas ou grutas, certifique-se de que as mesmas estejam autorizadas para visitação. O turista deverá usar máscaras nesses ambientes.
No caso de acampamentos ou trilhas, vestir sempre roupas claras com manga longa e usar sapatos fechados, além de chapéu ou boné, repelente e protetor solar. Em relação à malária, o cuidado deve ser redobrado entre o pôr-do-sol e ao amanhecer.
Montar acampamento longe de locais com a presença de roedores. Ninhos, escombros, lixões, acúmulos de lenhas ou produtos agrícolas, palhas ou outros materiais são bastante frequentados por esses animais. No acampamento, os alimentos e resíduos devem ser mantidos em recipientes fechados e à prova de ratos.
Não deitar diretamente no solo, em ambientes rurais e/ou silvestres. A transmissão de hantavirose se dá por meio da inalação de partículas virais presentes no solo.
Não comer frutos desconhecidos ou encontrados no chão, pois podem ser venenosos.
Procurar levar o próprio alimento – de preferência, pronto e industrializado, que possa ficar fora da geladeira e que não estrague com o calor. Também é importante verificar as condições de armazenamento dos alimentos para humanos e animais, em recipientes resistentes, de plástico ou metal, e com tampa, para evitar a atração de roedores e outros animais.
Não depositar fezes perto de lagoas e rios. Na ausência de instalações sanitárias, procurar locais distantes das coleções ou curso de águas para defecar e cobrir as fezes com terra.
Não deixar que restos de comidas, inclusive de animais, e outros produtos ricos em matérias orgânicas cheguem até as águas, pois servem de alimentos para os caramujos.
Levar sacos plásticos para colocação do lixo produzido nos passeios. Os resíduos de plástico, de metal e de outros materiais não biodegradáveis devem ser levados de volta. Os orgânicos precisam ter destino adequado e seguro, para que não sejam fonte de contaminação.
Informe-se sobre a prevalência de doenças na região a ser visitada, com a Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde. Se houver recomendação de vacina contra a febre amarela, o turista deve se vacinar pelo menos 10 dias antes da partida. Para mais informações, acesse o website: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29491&janela=1
Antes de organizar pacotes de ecoturismo e de prática de esportes aquáticos, informe-se nas Secretarias Municipais de Saúde sobre a existência de coleções de águas – rios, lagoas, açudes etc – que apresentem risco de transmissão de esquistossomose. A recomendação é especialmente válida para locais de água parada ou rios com pouca correnteza. Antes de entrar nessas coleções de águas, o turista deve observar se existem caramujos que, se infectados, podem transmitir a esquistossomose.
Informar-se sobre a ocorrência de registro recente de surto de meningite na região a ser visitada.
Em caso de turismo em cavernas ou grutas, certifique-se de que as mesmas estejam autorizadas para visitação. O turista deverá usar máscaras nesses ambientes.
No caso de acampamentos ou trilhas, vestir sempre roupas claras com manga longa e usar sapatos fechados, além de chapéu ou boné, repelente e protetor solar. Em relação à malária, o cuidado deve ser redobrado entre o pôr-do-sol e ao amanhecer.
Montar acampamento longe de locais com a presença de roedores. Ninhos, escombros, lixões, acúmulos de lenhas ou produtos agrícolas, palhas ou outros materiais são bastante frequentados por esses animais. No acampamento, os alimentos e resíduos devem ser mantidos em recipientes fechados e à prova de ratos.
Não deitar diretamente no solo, em ambientes rurais e/ou silvestres. A transmissão de hantavirose se dá por meio da inalação de partículas virais presentes no solo.
Não comer frutos desconhecidos ou encontrados no chão, pois podem ser venenosos.
Procurar levar o próprio alimento – de preferência, pronto e industrializado, que possa ficar fora da geladeira e que não estrague com o calor. Também é importante verificar as condições de armazenamento dos alimentos para humanos e animais, em recipientes resistentes, de plástico ou metal, e com tampa, para evitar a atração de roedores e outros animais.
Não depositar fezes perto de lagoas e rios. Na ausência de instalações sanitárias, procurar locais distantes das coleções ou curso de águas para defecar e cobrir as fezes com terra.
Não deixar que restos de comidas, inclusive de animais, e outros produtos ricos em matérias orgânicas cheguem até as águas, pois servem de alimentos para os caramujos.
Levar sacos plásticos para colocação do lixo produzido nos passeios. Os resíduos de plástico, de metal e de outros materiais não biodegradáveis devem ser levados de volta. Os orgânicos precisam ter destino adequado e seguro, para que não sejam fonte de contaminação.
• Turismo Náutico
RiscosDTAs, meningite, doenças cardiovasculares, sarampo, rubéola e gripe. Informações importantes
Se possível, realize uma vistoria no navio, checando a infra-estrutura, as condições de segurança, a disponibilidade de medicamentos e a existência de equipamentos de pronto socorro, como desfibriladores e medidores de pressão arterial.
Organize uma lista com os serviços médicos disponíveis em cada parada e elabore um guia de telefones e de endereços dos mesmos. Em caso de emergência, você saberá a quem recorrer.
Verificar se a embarcação escolhida tem um plano de limpeza e desinfecção diária da mobília, corrimão, puxadores de portas e outros equipamentos.
Informar-se sobre os riscos apresentados em cada parada do navio, principalmente em relação ao consumo de água e alimentos. O turista, dentro ou fora do navio, deve evitar o consumo de alimentos crus e/ou mal passados, e dê preferência aos alimentos bem cozidos e aos que ficam expostos em balcões térmicos aquecidos ou refrigerados – sobremesas, saladas e molhos frios.
Procurar atendimento médico se ocorrer com você ou algum familiar ou amigo, três ou mais episódios de diarréia em um intervalo de 24 horas. Informar imediatamente a tripulação do navio, que, por sua vez, deve informar o episódio à Anvisa.
Levar em conta as dicas para turismo em grandes centros, assim que o navio aportar nas cidades.
Observar se a acomodação escolhida possui boa ventilação.
Procurar um médico, no caso de febre, tosse e/ou dor de garganta.
RiscosDTAs, meningite, doenças cardiovasculares, sarampo, rubéola e gripe. Informações importantes
Se possível, realize uma vistoria no navio, checando a infra-estrutura, as condições de segurança, a disponibilidade de medicamentos e a existência de equipamentos de pronto socorro, como desfibriladores e medidores de pressão arterial.
Organize uma lista com os serviços médicos disponíveis em cada parada e elabore um guia de telefones e de endereços dos mesmos. Em caso de emergência, você saberá a quem recorrer.
Verificar se a embarcação escolhida tem um plano de limpeza e desinfecção diária da mobília, corrimão, puxadores de portas e outros equipamentos.
Informar-se sobre os riscos apresentados em cada parada do navio, principalmente em relação ao consumo de água e alimentos. O turista, dentro ou fora do navio, deve evitar o consumo de alimentos crus e/ou mal passados, e dê preferência aos alimentos bem cozidos e aos que ficam expostos em balcões térmicos aquecidos ou refrigerados – sobremesas, saladas e molhos frios.
Procurar atendimento médico se ocorrer com você ou algum familiar ou amigo, três ou mais episódios de diarréia em um intervalo de 24 horas. Informar imediatamente a tripulação do navio, que, por sua vez, deve informar o episódio à Anvisa.
Levar em conta as dicas para turismo em grandes centros, assim que o navio aportar nas cidades.
Observar se a acomodação escolhida possui boa ventilação.
Procurar um médico, no caso de febre, tosse e/ou dor de garganta.
• Para saber mais sobre ações relacionadas à saúde, acesse os seguintes websites:
• Ministério da Saúde - http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/index.htm
• http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29491&janela=1
• Ministério da Saúde - http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/index.htm
• http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29491&janela=1
DOENÇAS TRANSMITIDAS
POR ÁGUA E ALIMENTOS
- Lave as mãos com água e sabão, de forma frequente, e sempre antes de manipular ou consumir alimentos, após utilizar sanitários, meios de transportes/ou visitar locais com grande fluxo de pessoas.
- A água mineral industrializada é a opção mais segura.
- Quando a água não for tratada, utilize a fervura por pelo menos um minuto. Não sendo possível, a fervura ou filtragem, deve-se considerar o uso de agentes desinfetantes, por exemplo, o Hipoclorito de Sódio a 2,5%, colocando duas gotas em um litro de água e 30 minutos para consumir.
- Evite frutas e verduras que não estejam íntegras. Não se esqueça de lavá-las em água corrente antes do consumo.
- Fique atento à temperatura dos alimentos expostos para a venda (bufês, mercados, restaurantes e vendedores ambulantes). Os alimentos perecíveis devem ser mantidos em temperatura adequada: os refrigerados, abaixo de 5°C, e os quentes, acima de 60°C. Procure ter certeza de que não estão em contato com materiais contaminantes.
- Evite a ingestão de alimentos preparados com carnes de animais exóticos ou silvestres não regularizados.
- Evitar o consumo de alimentos vendidos por ambulantes, água, gelo, sorvetes e sucos de origem duvidosa, alimentos crus, as preparações culinárias que contenham ovos crus, leite e seus derivados sem pasteurização carnes exóticas cruas e/ou mal passadas – como de jacaré, avestruz, javali – e ter cuidado antes de ingerir peixes e frutos do mar, que podem causar alergias e, em alguns casos, sintomas neurológicos. É recomendável dar preferência a restaurantes e lanchonetes indicados por algum morador do local.
- Não beber água de rios, riachos, cachoeiras e outras fontes naturais, pois podem apresentar contaminação biológica ou química, como por exemplo, fezes de animais e substâncias químicas.
- A embalagem dos alimentos deve estar íntegra e conter no rótulo pelo menos a identificação do produtor e a data de validade.
DOENÇAS DE TRANSMISSÃO
RESPIRATÓRIA
- As doenças respiratórias mais comuns são as gripes e os resfriados, que podem ser causadas por uma diversidade de fatores.
- Alimentar-se bem, adotar hábitos saudáveis e higiênicos e evitar o estresse são as formas mais eficazes de prevenção.
- No caso de apresentar, durante a viagem ou após o desembarque, febre (+ de 38° C), tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, comunique esses sintomas à tripulação ou procure a Unidade de Saúde mais próxima.
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